"Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei ali".
17 de novembro de 2011
QUAL O MELHOR CAMINHO?
Muito mais do que se sentir bem ao lado de Jesus, devemos nos sentir amados por Ele. Nossa missão como evangelizadores é muito mais do que servir, é se entregar verdadeiramente nos braços de Deus Criador.
Todos os dias acordamos e nem ao menos conseguimos imaginar o que Jesus tem preparado para cada uma de nós. A única opção que nos resta é orar pelo dia que se inicia e caminhar segundo o que é pregado a cada um de nós.
Batalhas são somente obstáculos impostos em nossa vida para nos desviar dos caminhos de Deus, mas a maturidade que nos envolve deverá ser gradativa com o passar do tempo.
Decidir verdadeiramente qual caminho seguir é opção particular. O certo e o errado são revelados a cada um de nós pelo próprio Jesus Cristo segundo Seu Evangelho. O que devemos ter total consciência é que o que plantamos no hoje será fruto no amanhã, sendo bons frutos ou não.
“Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis” (Mt, 7, 16-20).
Luiz Otávio
Ministério Bethânia
Ministério Bethânia
16 de novembro de 2011
PRISIONEIROS DE NÓS MESMOS
Conteúdo enviado pelo internauta Erick Meneses RGT
É o próprio Deus que vem nos dizer em Eclo 30: 21 “não se deixe dominar pela tristeza nem se aflija com preocupações; alegria do coração é vida para o homem’’.
O Senhor nos criou à Sua imagem e semelhança para desfrutarmos do Seu amor infinito. No ato do nascimento, ele nos presenteou com o livre-arbítrio, que significa liberdade de fazer nossas próprias escolhas, tirar conclusões e agir como bem entendermos. É fato que a obra realizada por Deus em nós é perfeita, porque fomos criados à imagem e semelhança do Rei dos reis, mas, infelizmente, o mundo foi contaminado com o pecado, e este faz com que os homens tapem os olhos para as coisas do Pai e, automaticamente, deixem de cumprir Seus ensinamentos.
Quando voltamos nossas atenções somente para as coisas negativas, obviamente as coisas boas ficam em segundo plano em nossas vidas; é justamente isso que o “coisinha lá de baixo” deseja, ele quer que nossos dias fiquem tomados pelo ódio, rancor, pela inveja e que, aos poucos, nos esqueçamos do amor de Deus que carregamos em nosso coração.
Quando estamos mergulhados em melancolia, o pecado nos torna escravos dos nossos sentimentos e desejos, desejo pela carne, dinheiro, drogas, fofoca ou até mesmo desejo do que é mal aos outros, ficamos acorrentados a um círculo vicioso que nos faz nunca estar satisfeitos com o que temos, quando nos entregamos ao pecado ficamos a mercê dos problemas. Como estamos com os olhos tapados para as coisas do alto, não conseguimos enxergar as soluções que, por muitas vezes, vem do Pai.
“Digo com toda convicção: Deus jamais nos dará um fardo que não sejamos capazes de carregar”
Como padre Léo cita no seu livro ‘Jovens Sarados’, “ele (demônio) não nos enfrenta, mas fica nos rondando e vamos nos acostumando com o pecado. O encardido tem muita paciência, ele sempre está disposto a realizar nossos desejos mais profundos com uma agilidade inacreditável, porque, quando não mantemos a nossa mente no Pai, acabamos caindo em tentação”.
Digo com toda convicção: Deus jamais nos dará um fardo que não sejamos capazes de carregar. Se hoje parece que seu mundo está desabando, se você acha que Deus o esqueceu e você está perdendo a vontade de viver, eu lhe digo, amigo, é justamente esse o desejo do encardido. Ele quer você no chão, quer pisar em você e rir das suas fraquezas; ele se utiliza de seus desejos e pecados para enfraquecê-lo. Mas acredite, não é essa a vontade de Deus, porque Ele nos ama e quer que sejamos cada vez mais completos pelo Espírito Santo. Ele é a solução de todos os problemas. Não há realidade que Ele não possa mudar, não a dor que Ele não possa curar e não há amor maior que o dEle.
O Senhor sofre a cada vez que nos estende a mão e nós simplesmente lhe viramos as costas. No entanto, Ele estará sempre ao nosso lado, olhando por nós, nos dando, todos os dias, a oportunidade da libertação e nos mostrando o caminho da santidade, mas cabe a cada um de nós abrir o coração para o Espírito Santo a fim de que Ele possa nos usar e, assim, possamos sentir a presença deste Deus vivo em todos os nossos gestos. Ele está a bater à porta do nosso coração e só nós podemos abri-la para que Ele possa entrar e realizar prodígios em nossas vidas. Basta dizer ‘sim’, acreditar que Ele pode mudar a nossa vida e dar mais um passo na fé a cada dia, porque, acredite, Deus tudo fará em nossas vidas e quando nos dermos conta, não seremos mais prisioneiros de nós mesmos e sim servos desse amor incontestável, inabalável, indestrutível, insuperável e inesgotável do Pai.
PERMANECER OU DESAPARECER?
Gostaria de compartilhar um momento vivido que me fez refletir sobre o que agora escrevo. Fui a uma Missa que celebrava o trigésimo dia de falecimento de uma pessoa amiga da minha família. Ao término da celebração, algumas pessoas fizeram homenagens a ela. Em uma dessas homenagens foi lida uma mensagem em que se comparava a vida a uma viagem de trem. Fique extremamente tocada com a mensagem, pois, de maneira simples e ao mesmo tempo profunda, refletia-se sobre a vida.
Realmente nossa vida é como uma viagem de trem com embarques e desembarques. Mas nós é que escolhemos em que vagão viajaremos e como faremos a viagem. Fiquei pensando em como é passageira esta viagem [a vida] e, por vezes, somos surpreendidos com o desembarque de alguém que tanto amamos. Mas o trem volta a trilhar o caminho, e, mesmo depois do desembarque, temos que seguir, pois a viagem continua e não sabemos em que estação vamos desembarcar.
“Nossa vida é como uma viagem de trem com embarques e desembarques”
A mensagem me tocou, pois no corre-corre da vida, de agendas lotadas, compromissos aos milhares, deixamos de perceber a importância do dia de hoje. Devemos arranjar um tempo para vivermos as coisas simples da vida que nos fazem felizes, para estarmos ao lado das pessoas que nos amam e que amamos. Precisamos viver a vida amando, perdoando, fazendo o bem, de bom humor, sem nos deixar abater por coisas que não merecem importância. Tirando das críticas e dificuldades força para seguir em frente. Tirando dos obstáculos e sofrimentos ensinamentos que nos fazem amadurecer e seguir mais fortes. E sem nos esquecer de que nessa viagem, Deus está ao nosso lado e nunca nos abandonará.
Roberta Almeida
15 de novembro de 2011
O maior milagre é nossa transformação
Com o auxílio das mãos dos apóstolos as pessoas eram curadas de todos os tipos de doenças: cegueira, lepra, etc.. Por isso, multidões abraçavam a fé e iam até Jesus. Como Cristo, os apóstolos também faziam milagres. O maior de todos, porém, o grande milagre, era a transformação das pessoas.
Aqueles homens que levavam uma vida totalmente pagã, longe de Deus, reconheciam o Deus vivo e verdadeiro, reconheciam Jesus e se voltavam para Ele. A Palavra era anunciada e o Espírito Santo era derramado.
Esse é o propósito de Deus para cada um de nós. Não basta ser católico, ser padre ou religioso, ir à igreja e participar da Santa Missa. Não basta ter um trabalho pastoral na paróquia. Aliás, para fazer tudo isso e, com eficácia, para que as pessoas sejam tocadas e transformadas, é preciso que cada um de nós seja cheio do Espírito Santo.
Ser batizado no Espírito Santo é isso: permitir que Ele, que já está em nós, realize os mesmos feitos que realizava nos primeiros cristãos, na Igreja primitiva. Permitir que Ele nos transforme e nos renove.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
14 de novembro de 2011
A Tecnologia da Distância!
É cada vez mais comum esbarrar em pessoas que não conseguem ficar muito tempo sem estarem conectadas à internet, enviando mensagens pelo celular, consultando e-mails pelo PDA ou simplesmente navegando na rede pelo notebook com conexão sem fio. Há também aqueles que não largam o tocador de mp3, e os que vivem comprando as últimas novidades tecnológicas, muitas vezes antes até de saber se serão úteis no dia-a-dia.
ONDE ESTÁ A FELICIDADE?
Pare um instante para pensar e perceba quanta facilidade a tecnologia trouxe até nós. Podemos ser mais saudáveis e até viver mais, graças a tantos avanços. Porque não nos sentimos mais felizes do que nossos antepassados? O que há de errado?
Em primeiro lugar iremos perceber que nada disso é capaz de preencher a sede que há em nós de amar e ser amado, e que o grande câncer de nossos tempos é o desamor. Cada vez mais estamos sendo levados a acreditar que o importante é o meu bem estar, o meu conforto, a minha felicidade; mas, ao deixarmos os outros para trás e nos esquecermos de Deus, perdemos a essência da vida humana: a comunhão.
As pessoas começam a se gastar para conquistar o que é externo; elas gastam sangue, suor e lágrimas para conquistar coisas e projetos, mas se esquecem de alimentar o coração com coisas essenciais como amor, amizade, oração, afeto e esperança.
“A grande pergunta é: se temos tantos recursos e conforto ao nosso alcance, porque as pessoas estão tão infelizes?”
Nós precisamos do que é externo, precisamos comer, ter uma casa. São coisas necessárias, mas a grande realidade é que nada disso é fonte de felicidade e vida. Nosso coração necessita da experiência com Deus, da vida interior, da oração. Fomos criados para isso e se deixamos de lado esta essência, nada nos parecerá agradável de fato. Quanto mais insistirmos nisso, mais iremos nos decepcionar.
A vida interior é fonte de felicidade, a esperança alimenta o coração, o encontro com Deus sacia a nossa sede de ser feliz. Sei bem que parece propaganda, mas o quanto antes você buscar esta experiência verá que é realidade viva e salvadora.
Afinal, passamos tanto tempo buscando o que não temos que nos esquecemos de valorizar aquilo que temos e que já nos foi dado: a família, os amigos, o céu!
Alan Ribeiro
Ministério Bethânia
Ministério Bethânia
13 de novembro de 2011
Amigo fiel é escudo, guardião de nossa alma.
O Autor Sagrado eleva o amigo a um nível altíssimo quando lhe atribui o epíteto de tesouro. A Palavra de Deus diz: “Amigo fiel é poderosa proteção; que o encontrou, encontrou um tesouro” (Eclo 6,14). Interessante que o termo “tesouro” deriva do latim thesaurus, que significa também “armazenamento” ou “repositório”. Assim sendo, amigo de verdade é aquele que serve de repositório, lugar onde armazenamos nossa confiança, nossos sentimentos e afetos, até mesmo nossa própria vida. Não à toa, a Bíblia assemelha a amizade a um tesouro, pois não é fácil encontrar uma riqueza; do mesmo modo, um amigo, embora, vivamos na era da comunicação.
De um ponto de vista ocorreu uma evolução célere, neste sentido, com a globalização. Entretanto, os laços de amizades sofrem cada vez mais em qualidade. O Escritor Sagrado não nos fala desse tipo de amizade, todavia, não podemos descartá-la, pois já é uma realidade vivenciada pelas novas gerações e, talvez no amanhã, venha a ser uma regra.
Nossas amizades devem ser bem selecionadas. Bijuterias podem até enganar, mas um dia perdem seu brilho efêmero, diferente dos tesouros e das joias raras que nunca perdem sua beleza. Com efeito, os tesouros nos enriquecem, então, isso serve como um excelente termômetro para medir nossos relacionamentos. Será que essa amizade está nos enriquecendo, fazendo de nós pessoas melhores e enobrecendo nossa vida?
Caso o amigo seja fiel, entenderá o que, já na antiguidade clássica, Aristóteles dizia: “entre a amizade e a verdade, eu prefiro a verdade”. Intuímos, pois, que a verdade liberta, e o amigo sincero sabe disso. Ele fala coisas desagradáveis a nosso ver, em nossa frente, enquanto o inimigo fala-a por trás. Contudo, seu ombro será um refúgio, suas palavras acalento para alma e sua presença um bálsamo. Porém, quando oportuno, a correção virá, nos corrigirá baseado na confiança depositada em sua pessoa. Daí provém nossa proteção neste escudo protetor da amizade que vela por nossa alma.
Este guardião possui o dom de nos acolher da maneira que somos; ele não espera que sejamos perfeitos, mas tão somente amigo. Conhece nossas fraquezas e limitações, mesmo assim abriga-nos sem preconceitos, ou seja, com o amigo podemos pensar em voz alta e continuar a tê-lo. O tempo lapidará o ouro da amizade e somente ele poderá dizer se nossa amizade é um tesouro enriquecedor ou uma bijuteria ornada com aparência bela; porém, imbuída de uma falsidade que nos deixa vulneráveis.
Rodrigo Stankevicz
12 de novembro de 2011
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