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3 de setembro de 2011

Já descobri o que me levará para o céu?

São Gregório de Nissa disse que “um carro cheio de boas obras, conduzido pelo orgulho, leva ao inferno; um carro cheio de pecados, conduzido pela humildade, leva ao Paraíso.”

Não tenho muito o que dizer depois disso!
E você? já escolheu seu modo de caminhar?





Seu irmão,
Ricardo Sá.

31 de agosto de 2011

DOIS GRITOS


Expulsão do Jardim do Éden – Masaccio
Capela Brancacci – Igreja de Santa Maria
do Carmo – Florença (1426-27) técnica
em afresco (208 x 88 cm) – Pormenor.
Trazemos neste artigo imagens e textos que retratam a desobediência do homem a Deus e a sua consequente expulsão do Paraíso, e a misericórdia do Criador que envia o seu Filho único para salvar o homem, objeto da sua predileção, da escravidão a qual estava destinado.

Após o esplendor da primeira criação, quando Deus viu que tudo era belo, bom, verdadeiro e justo. O homem viveu a experiência de usar o livre arbítrio para optar por ele, pela criatura ao invés do criador, por querer ter o acesso por si mesmo à arvore do conhecimento do bem e do mal e saber tudo para não errar nada e não precisar de ninguém, para se contemplar sem defeito, cheio de luz e assim, ter acesso à fonte do poder, à vida, à liberdade, à imortalidade....
No processo de curiosidade, de atração, sedução, fascínio e dominação, os valores se invertiam: o que era bom se tornou insípido e o mal, atraente. Na escolha final, a perda da inocência, da elegância (EL=Deus+GAN=veste+CIA=movimento), do entusiasmo (IN+THEOS+MO), do “movimentar-se dentro de Deus”, com sua veste da graça para peregrinar (PER+GRINAR), “dar a volta num eixo” diverso, em torno de si.

24 de agosto de 2011

O católico raivoso

Frederico de Castro

Beati mites, quoniam ipsi possidebunt terram.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.

 Há certa tendência nas pessoas que se descobrem no erro: após viverem tanto tempo em determinado erro, conscientizam-se dele, e não obstante tendem a incorrer em um erro oposto ao primeiro.

Não confunda diversão com auto destruição

Não confunda diversão com auto destruição.

Hoje vemos os copos cheios, e as pessoas vazias.

Hoje vejo os copos cheios, e as pessoas vazias. 

O Embrião é um de nós


D. Estevão Bettencourt
Em síntese: No mês de agosto[/96] foram destruídos na Inglaterra 3.300 embriões, que haviam sido guardados em baixa temperatura, mas, após cinco anos de congelamento, não foram solicitados nem pelos doadores das sementes vitais humanas nem por médicos e pesquisadores. O fato chamou a atenção da opinião pública, que não deixou de implorar clemência para as criancinhas. ´ Estudos recentes, entre os quais se distingue uma pesquisa realizada na Itália sob a chefia do Dr. Francesco D´Agostinho, chegam repetidamente à conclusão de que, logo após a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, existe um novo ser humano a ponto que dizem os pesquisadores: ´O Embrião é um de nós´. Essa mesma Comissão orientada pelo Dr. D´Agostinho repele, com base na ciência (e não na fé), a manipulação da reprodução humana, principalmente as mais recentes modalidades da mesma: a clonagem e a hibridação ´homem´animal´irracional´; tais experiências redundam em degradação da pessoa humana, equiparada à condição do animal irracional (que copula sem amor e sem compromisso), como também acarreta a destruição de numerosos viventes humanos (verdadeiramente humanos, embora do tamanho da cabeça de um alfinete).

19 de agosto de 2011

Por que sexo só no casamento?

Deus criou todas as coisas e “viu que tudo era bom” (Gen 1,25). Portanto, tudo o que Ele fez é belo, também o sexo, desde que no lugar certo. O sexo é belo e puro quando vivido no seu devido lugar; nós viemos ao mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém-nascida não seria tão bela e inocente.
O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela, a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar esse utensílio para tirar a vida de alguém, nem por isso esse objeto se torna algo mau. Não. O mal não é a faca, mas o uso errado que se fez dela.
Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso, mas pode ser mal usado e gerar o sofrimento. Deus fez do casal humano “a nascente da vida”. Nada se compara à missão de ser pai e mãe. Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos: “crescei e multiplicai” (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal, fez do sexo também o meio mais profundo da “manifestação” do amor conjugal. O ato sexual é a “celebração do amor conjugal”, como que a “liturgia do casal”.

O sexo nos planos de Deus

O livro do Gênesis assegura que, ao criar todas as coisas, "Deus viu que tudo era bom" (Gen 1,25). Portanto, tudo o que o Criador fez é belo. O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usá-la para tirar a vida de alguém, nem por isso a faca se torna má. Não. O mal é o uso errado que se fez dela. Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso. É por ele que a criança inocente vem ao mundo.
Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos, "crescei e multiplicai" (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal fez do sexo também o meio mais profundo da "manifestação" do amor conjugal.


Podemos dizer que o ato sexual é a celebração do amor, como que a "liturgia do amor conjugal". E é no ápice desta celebração do amor que o filho é concebido. Isto é, ele não é somente a carne e o sangue do casal, mas principalmente, o fruto do seu amor. É por isso que a vida sexual de um casal que não se ama de verdade nunca é harmoniosa.


O sexo é manifestação do amor. Sem este, ele fica vazio, desvirtuado e perigoso como aquela faca na mão do assassino. Faz muitas vítimas... O que é a prostituição, senão o sexo sem amor? É apenas um ato de prazer, comprado, com dinheiro ou outros meios. No plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento.
São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (I Cor 7,4). O apóstolo dos gentios não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
A união sexual só tem sentido no casamento, porque só ali existe um "comprometimento" de vida conjugal, vida a dois, no qual cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro. Cada um é "responsável pelo outro" até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem esse compromisso de vida o ato sexual não tem sentido e se torna perigoso.
As consequências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: mães e pais solteiros; filhos abandonados, criados pelos avós ou em orfanatos. Muitos desses se tornam os "trombadinhas" e "delinquentes" que, cada vez mais, enchem as nossas ruas, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores. Quantos abortos são cometidos porque se busca apenas e egoisticamente o prazer do sexo, e depois se elimina o fruto: a criança!
As doenças venéreas são outro flagelo do sexo fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS. O remédio contra a AIDS é a vivência sexual apenas no casamento; e não, como se propõe, irresponsavelmente, o uso de “camisinhas”, em vez de se eliminar o vício pela raiz.
É urgente que os cristãos, pais, professores e educadores tenhamos a coragem de ensinar novamente a castidade aos jovens.
Um jovem que se mantém casto até o casamento, além de tudo, prepara a sua vontade e exercita seu autodomínio para ser fiel ao seu cônjuge no casamento. É preciso mostrar urgentemente aos jovens os valores da castidade, tanto em pensamentos como em atos.


A televisão, os filmes pornográficos, as revistas eróticas abundantes e asquerosas injetam pólvora no sangue de nossos filhos, fazendo-os escravos do sexo. E por causa disso estamos vendo meninas de 13, 14 anos, grávidas, sem o menor preparo e maturidade para serem mães. Temos que acordar. Temos que ter a coragem de oferecer aos jovens a opção da pureza que Jesus nos legou: “Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus” (Mt 5,8). Neste assunto Cristo foi exigente e não deixou margens à dúvida: “Todo aquele que olhar para uma mulher com desejo de cobiça, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27).

O mal da pornografia

Por Pe. Thomas Loya


1º de fevereiro de 2010


          Mulheres, da próxima vez que forem à Igreja, olhem por um momento para todos os homens presentes ali, mesmo os melhores deles. Por favor, recite uma oração por eles, pois ao olhar ao seu redor, é seguro dizer que a maioria dos homens que você está vendo são viciados em pornografia, ou ao menos possuem algum contato com ela, ou têm algum problema com pornografia. Sim, mulheres, acreditem em mim, é sério assim mesmo. Eu me dirijo às mulheres porque elas sempre têm mais a perder quando as coisas não andam de acordo com a ordem da Teologia do Corpo. Os homens também têm muito a perder através desse vício da pornografia, mas o custo para as mulheres geralmente não é compreendido totalmente.
          A pornografia, de certo modo, é pior que o adultério. Pelo menos no caso do adultério a esposa tem pessoas tangíveis para lidar, duas pessoas que pode confrontar. Mas a pornografia subsiste no mundo secreto e inalcançável das fantasias de um homem. O vício em pornografia tira o que pertence merecidamente à esposa e enterra isso em um abismo egoísta feito de fantasias. A sexualidade humana, e em particular a união em uma só carne entre marido e mulher fala a linguagem, a teologia, de um total dom de si mesmo, um para o outro. Um homem e uma mulher se doam completamente, um para o outro, precisamente através de seus corpos, que possuem um sexo masculino ou feminino. Mas com o vício da pornografia o homem se dá a si mesmo, ou se entrega a uma fantasia. Isso deixa sua mulher emocionalmente distante e debilitada. Ela não consegue alcançar nele o que lhe pertence de direito. Ela fica sozinha, fora do campo onde o marido se auto-absorve.


11 de agosto de 2011

O Namoro Humano

O namoro é um encontro de duas pessoas. Encontro original, diferente, tocante, envolvente. Começa carregado de impulso, instinto, atração. Traz, porém consigo, horizontes maiores, surpresas arrebatadoras, descobertas e sonhos fascinantes. O namoro tem rumo, direção, objetivo.