Mostrando postagens com marcador Aborto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aborto. Mostrar todas as postagens

29 de agosto de 2011

Aborto


No vídeo acima,há uma fala de Reggie Littlejohn, que é presidente da"Women's Rights Without Frontiers", entidade cuja missão principal é lutar contra a política do governo chinês de permitir apenas 1 filho por casal e de esterilizações e abortos forçados. Recentemente, a dra. Littlephon deu entrevista ao informativo Zenit.

Aos 1:30 do vídeo, Reggie Littlejohn narra brevemente o caso de uma jovem chinesa que engravidou sem que possuísse o documento necessário para isto, o que caracteriza a ilegalidade de sua gravidez.

Arrastada à força para um posto médico, a jovem foi forçada a abortar seu bebê de 7 meses de gestação, que era tão desejado e esperado por ela, por seu namorado e por sua família.

O parto do bebê foi induzido por medicamentos e Wang Liping, a jovem mãe, deu à luz seu bebê durante a madrugada, no meio de muitas dores e sem qualquer parente a seu lado, apenas o pessoal que ali estava para matar seu bebê. 

Wang Liping e seu filho abortado

Após a indução do parto, o bebê ainda chorou por alguns minutos e parou. Wang gritou por ajuda a seu bebê e uma enfermeira veio e ordenou-lhe que se calasse. Mesmo assim a jovem pediu que ela desse uma olhada em seu bebê. A enfermeira checou rapidamente e lhe disse o que ela já esperava, que seu bebê estava morto.

Pela manhã, um médico veia até ela e informou que ela teria que pagar para que eles pudessem dar destino ao corpo do bebê. Wang então disse que ela não tinha dinheiro. Ao ouvir isto, o médico simplesmente colocou o corpo do bebê em um saco plástico e o deixou ao lado de Wang, na cama. 


***

Alguém pode dizer que um caso como este, assim como toda a política chinesa de 1 filho por casal e de abortos e esterilizações forçadas, são combatidos por todos, tanto pelos que são contra ou a favor do aborto.

Há diferenças e estas não são poucas…

Quando um abortista condena abortos forçados o faz porque isto, segundo eles, é um ataque direto à autonomia da mulher, que é quem teria a decisão final sobre se aborta ou não. Para eles, não é a dignidade do ser humano que vai já no ventre de sua mãe que impede um aborto, mas sim a simples vontade da mãe.

Já um pró-vida, ao condenar uma política governamental que impõe a uma jovem mãe ter que assistir a morte de seu filho frágil e inocente, assim o faz pelo mesmo motivo que condena qualquer outro tipo de aborto: o ataque direto ao fundamental direito à vida.

O posicionamento abortista nestes casos mostra bem o nó em que eles próprios se metem com sua defesa do aborto. Que moral têm para ir contra o que acontece na China? São eles os que querem des-humanizar o nascituro para que qualquer ataque direto à sua vida não seja encarado como aquilo que é realmente: assassinato. 

E ao abrir esta Caixa de Pandora onde a dignidade da vida humana não é mais um valor fundamental, mas dependente da vontade de outros, contribuem muito para legitimar casos como o da China

24 de agosto de 2011

O Embrião é um de nós


D. Estevão Bettencourt
Em síntese: No mês de agosto[/96] foram destruídos na Inglaterra 3.300 embriões, que haviam sido guardados em baixa temperatura, mas, após cinco anos de congelamento, não foram solicitados nem pelos doadores das sementes vitais humanas nem por médicos e pesquisadores. O fato chamou a atenção da opinião pública, que não deixou de implorar clemência para as criancinhas. ´ Estudos recentes, entre os quais se distingue uma pesquisa realizada na Itália sob a chefia do Dr. Francesco D´Agostinho, chegam repetidamente à conclusão de que, logo após a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, existe um novo ser humano a ponto que dizem os pesquisadores: ´O Embrião é um de nós´. Essa mesma Comissão orientada pelo Dr. D´Agostinho repele, com base na ciência (e não na fé), a manipulação da reprodução humana, principalmente as mais recentes modalidades da mesma: a clonagem e a hibridação ´homem´animal´irracional´; tais experiências redundam em degradação da pessoa humana, equiparada à condição do animal irracional (que copula sem amor e sem compromisso), como também acarreta a destruição de numerosos viventes humanos (verdadeiramente humanos, embora do tamanho da cabeça de um alfinete).