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22 de dezembro de 2011

Filho Estragado


 - Era um santo casal, daqueles de vida ilibada, dos quais para encontrar algum defeito você teria que pesquisar com microscópio. Amigos diziam que nunca haviam visto ninguém tão de Deus quanto este casal; quarenta anos de casados e nenhum filho; resolveram adotar.

O menino veio bom mais foi se tornando problemático. Entre o menino de 6 anos, adotado do orfanato e o filho que se tornou, a diferença foi abissal. O rapaz casou-se, mas vivia de falcatrua em falcatrua, de cadeia em cadeia.

Os dois filhos que tivera, praticamente não o conheceram, porque Tony, este o seu nome, passava mais tempo preso do que na rua. Pequenos furtos, pequenas transgressões, mas frequentes e constantes.

12 de novembro de 2011

Como você lida com a adversidade?


Uma moça queixou-se a sua mãe sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que, assim que um problema estava resolvido, um outro surgia. 

Então, sua mãe levou-a até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo, as panelas começaram a ferver. Em uma delas, colocou cenouras, em outra, ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ela estaria fazendo. 

Minutos depois, ela apagou o fogo. Pegou as cenouras, os ovos e o café, colocando-os em recipientes separados. Virou-se para a filha e perguntou: 

- Querida, o que você está vendo?

- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.

Ela a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. 

Ela, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. 

Finalmente, ela lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao sentir seu aroma delicioso e então perguntou:

- O que isto significa, mãe?

- Cada um destes - a cenoura, o ovo e o café - enfrentou a mesma adversidade, a água fervendo, mas cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura, outrora crua e rígida, amolecera e se tornara frágil. Os ovos, antes frágeis, mesmo com sua casca protegendo o líquido interior, tornaram-se firmes e mais resistentes. Já o pó de café é incomparável: depois que o coloquei na água fervente, ele mudou a própria água. 

Após profundo silêncio, a mãe prosseguiu:

- Qual deles é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é a cenoura, o ovo ou o pó de café? Você é como a cenoura, parecendo firme e forte, mas, com a dor e a adversidade, murcha e se torna frágil, perdendo sua força? Ou será que você é como o ovo, começando maleável, mas, depois de sofrer alguma pressão da vida, torna-se dura? Sua "casca" até parece a mesma, mas por dentro, você está dura. Será que você é como o pó de café? Você transforma o meio que a aflige, altera o que está trazendo a dor e oferece algo melhor e mais gostoso do que havia antes da adversidade?

Elas se abraçaram e choraram de alegria por terem uma à outra.

Refletindo

E você, como você lida com a adversidade? Pense nisto. Você é a cenoura, o ovo ou o café?

 Que Deus o faça como o pó de café, que quando as coisas ficam ruins, você possa reagir de forma positiva, se tornando melhor sem se deixar vencer pelas circunstâncias, e fazendo com que as coisas em torno de você também se tornem melhores!

 Que diante da adversidade da vida exista sempre uma luz que ilumine teu caminho e a todas as pessoas que te rodeiam. Para que possas sempre espalhar e irradiar com tua força, otimismo e alegria o “doce aroma do café”

 Para que nunca perca esse cheiro agradável e inigualável que só você sabe transmitir às pessoas.
E transformar a adversidade em algo melhor, amparado por Deus.

  Uma vida não tem importância se não for capaz de imputar positivamente a outras vidas.

(Autor desconhecido)

11 de novembro de 2011

EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR


São Paulo
Hoje em dia, no mundo relativista em que vivemos, onde tudo é normal e permitido, nada é pecado e as pessoas estão se achando forte o suficiente para, em muitas ocasiões, dizerem: “Faço essas coisas, ouço essas músicas, assisto a estes programas apenas como um passatempo, não muda minha vida em nada. Além disso, eu sei diferenciar as coisas boas das ruins e não me deixo influenciar.”
“No mundo de hoje precisamos ser radicais nas nossas escolhas”
Sinto lhe dizer, querido amigo, que Deus nos deu e sempre nos dará o livre arbítrio; somos livres para fazer tudo o queremos. No entanto, conhecemos muito bem esta passagem bíblica: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém” (I Cor 6, 12).
Podemos escolher para prevalecer em nosso lar: Jesus Cristo – o Justo e Santo -, juntamente com Sua mãe, a Virgem Maria, os anjos e santos; ou decidimos por dar o trono ao inimigo de Deus. Não há outro jeito, precisamos fazer esta escolha ou nossa casa levará a bandeira daquele que nos criou ou a bandeira do demônio, pois não podemos servir a dois senhores.

O que a TV tem levado para sua casa?
Infelizmente, na maioria dos lares, quem tem sentado no trono é o inimigo. Ele tem utilizado um dos meios de comunicação mais comum para conseguir fazer sua festa em nossas famílias: a televisão.
O que você tem permitido entrar em seu lar através desse meio? O que sua família tem assistido? São programas que estão santificando seus familiares ou levando-os ainda mais para o fundo do poço? Muitas vezes, é difícil para nós, tanto crianças, jovens ou adultos, entendermos o quanto o mal pode nos contaminar por um aparentemente inofensivo programa de TV.
Sabe quando você faz uma refeição e ela não lhe faz bem? Por ela estar estragada ou simplesmente por seu organismo não ter aceitado o alimento? É muito parecido o que acontece quando deixamos entrar em nossa mente e coração coisas que não convém a nós cristãos. Do mesmo modo em que, por consequência da comida estragada, se iniciará em nós dor de estômago e até vômitos, nosso espírito também rejeita coisas que contradizem os mandamentos do nosso Senhor.
Não precisaria nem falar o que rola na maioria dos programas, reality shows e novelas, mas para não termos dúvidas, vou citar os principais focos que eles têm: amizades falsas, famílias destruídas e juventude perdida; tudo isso pode ser simplificado citando pecados capitais como soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça.
Isso é o que o mundo prega para vivermos, dizendo que quem não segue esses padrões de vida, é careta. Mas hoje existem muitas pessoas no mundo que querem lutar contra todos esses pecados, que almejam as famílias como santuário de vida e não de morte, no qual, ao invés de três televisores em casa, em que o pai vai assistir futebol na sala, a mãe vai para seu quarto assistir novela e o filho se tranca no outro para zapear programas, tenha-se apenas uma, para que a família reunida possa decidir os programas que entrarão e os que não entrarão em seu lar. Isso sim é projeto de família criada por Deus.
Meus queridos irmãos, precisamos ser radicais em nossas escolhas. É necessário que nosso ‘sim’ seja sim e nosso ‘não’ seja não, pois os mornos não entrarão no Reino dos Céus. Quando vier a vontade de assistir um programa mundano e junto o pensamento de que não lhe fará mal, lembre-se de que precisamos ser testemunhas vivas do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo e, mais importante ainda, lembremo-nos que não queremos trair o nosso Criador, dando ibope para os planos de perdição do diabo.
“Tudo me é permito, mas nem tudo me convém” (I Cor 6, 12)
Seja forte meu querido, tenha coragem, vamos mostrar ao inimigo que o seu lugar não é dentro de nossas casas. Façamos isso por meio de gestos concretos, excluindo-o de nossas vidas, programas, filmes, músicas e outras coisas que não indicam o nosso lugar que é o Céu.
Então, eu lanço para você, que leu esta mensagem, uma pergunta: a partir de hoje, você e sua família continuarão dar ibope ao demônio? Ou levantarão com toda alegria o estandarte de guerreiros que, por amor a Deus, deixam a vida velha e se tornam novos homens, a fim de contribuir com aquele que deu sua vida no madeiro da cruz por cada um de nós?
Aí está um desafio de Deus para você: fique tranquilo, Ele mesmo o ajudará. Que Deus o abençoe e lhe dê muita ousadia para erguer radicalmente a bandeira de Jesus Cristo em seu lar e vivermos com autenticidade a Revolução Jesus.
“Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24,15).

25 de setembro de 2011

Até que a morte nos separe!


Casamento



Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente  perguntou em voz baixa: "Por quê?". 

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim  a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. 

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. 

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. 

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. 

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. 

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. 

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação. 

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. 

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. 

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. 

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. 

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". 

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar". 

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe". 

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. 

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". 

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta. 
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!


24 de agosto de 2011

Revistas adolescentes enviam para as meninas todas as respostas erradas


Por Sheila Gibbons
Traduzido por Andrea Patrícia
 
Um artigo do ponto de vista mundano sobre a vida das garotas adolescentes hoje e sua relação com as confusas revistas teenHá termos fortes.

As revistas para adolescentes dinamitam as meninas com estímulos para maximizar os seus aspectos “quentes” enquanto promovem o ideal de virginal. Estas mensagens confusas podem ser bem destrutivas e em parte responsáveis pelos números crescentes de adolescentes que preferem passar fome.

Quer peito e coxa? Compra um chester, amigo.

Definição e Consequências das Representações Femininas Sexualizadas
Traduzido por Andrea Patrícia

O que significa dizer que a mídia objetifica as mulheres– e o que significa este assunto? Aqui está um estudo para iniciantes sobre objetificação na mídia e o que significa.

É…. não tem jeito. Mãe é sempre Mãe, em qualquer situação.

Está na Bíblia.

21 de agosto de 2011

SETE NECESSIDADES BÁSICAS DA CRIANÇA

AS CRIANÇAS PRECISAM DE UM SENTIDO, DE SIGNIFICADO:
Os seres humanos necessitam ser notados, apreciados e amados como são, caso devam ter um sentido de significado. Não conseguiremos viver conosco mesmos se sentirmos que não temos valor ou se gostamos de nós mesmos.
De que forma podemos desenvolver este senso de significado?

A CRIANÇA É O PRODUTO DA EDUCAÇÃO QUE RECEBE

“A vida sem inocência, sem a pureza da criança, sem alegria e sem amor, não tem o menor sentido. Sejamos pois, alegres e felizes junto das CRIANÇAS.” Dorothy Law
 
- Se a criança viver criticada, aprenderá a condenar...
- Se a criança viver hostilizada, aprenderá a lutar...
- Se a criança viver amedrontada, tornar-se-á apreensiva...
- Se a criança viver mimada, adquirirá complexos...
- Se a criança viver ridicularizada, tornar-se-á tímida...
- Se a criança viver enciumada, sentir-se-á culpada...
- Se a criança viver com tolerância, tornar-se-á paciente...
- Se a criança viver confortada, tornar-se-á confiante...
- Se a criança viver elogiada, tornar-se-á compreensiva...
- Se a criança viver amparada, aprenderá a amar...
- Se a criança viver compreendida, aprenderá a respeitar a si mesma...
- Se a criança viver apreciada, aprenderá que é bom ter um objetivo...
- Se a criança viver com honradez, aprenderá a ser justa...
- Se a criança viver com segurança, aprenderá a ter fé em si mesma e naqueles que a rodeiam...
- Se a criança viver amada, verificará que o mundo é ótimo lugar para viver...

20 de agosto de 2011

NÃO BASTA APAIXONAR-SE

“O que mais que ela quer? Ele quer demais!”

        São duas frases que apontam para uma relação em perigo. Em algum lugar aprenderam de alguém uma noção errada de casamento. Amavam-se de paixão e por conseguinte, seu casamento daria certo. Os ajustes viriam com o tempo. Só esqueceram de aprender que entender-se é tão fundamental quanto desejar-se. Alguns programas de televisão andam passando ao povo a errônea noção de que ser bom de cama é o mesmo que ser bom parceiro. Mas casar-se é mais do que saber fazer sexo ou dizer palavras bonitas na hora do bem bom. Tem que saber fazer bem as outras coisas do casamento para construir uma família feliz. Tem que ser capaz de não perder o respeito quando alguém discorda. Tem que saber brigar sem levantar a voz. Tem que saber ficar quieto na hora certa para não piorar a relação. Tem que saber perdoar logo. Tem que controlar o ciúme burro, abestalhado e doentio que martiriza qualquer pessoa. Tem que aprender a não dominar porque não casou com um bichinho de estimação. Por mais “gato ou gata” que sejam, são pessoas e não animais domesticados. Sem ouvir o outro e sem respeitar o universo de um e de outro não há casamento que dure.
        A palavra ‘desempenho’ virou moda. Cobram dos dois um bom desempenho sexual, o que é certo, mas deveriam cobrar também um bom desempenho afetivo, espiritual e social porque é disso que se vive 24 horas por dia. Não consigo escapar à impressão cada vez que ouço os entrevistados na televisão a falarem de seus amores, de que se baniu a palavra “espiritualidade” do relacionamento conjugal. E é uma pena, porque quando apenas os corpos se casam e as almas ficam em segundo plano, fica faltando o essencial. O casamento é mais do que um encontro de corpos. A impressão que fica é que muitos casais não sabiam disso quando assinaram aquele papel. Ao direito de dormir juntos corresponde o dever de sonhar e caminhar juntos. Dormir juntos é bem mais fácil do que pensar e caminhar juntos. Por isso há tantos divórcios e separações. Comeram demais as guloseimas e agora não engolem a refeição.
Pe. Zezinho, scj

19 de agosto de 2011

Por que sexo só no casamento?

Deus criou todas as coisas e “viu que tudo era bom” (Gen 1,25). Portanto, tudo o que Ele fez é belo, também o sexo, desde que no lugar certo. O sexo é belo e puro quando vivido no seu devido lugar; nós viemos ao mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém-nascida não seria tão bela e inocente.
O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela, a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar esse utensílio para tirar a vida de alguém, nem por isso esse objeto se torna algo mau. Não. O mal não é a faca, mas o uso errado que se fez dela.
Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso, mas pode ser mal usado e gerar o sofrimento. Deus fez do casal humano “a nascente da vida”. Nada se compara à missão de ser pai e mãe. Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos: “crescei e multiplicai” (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal, fez do sexo também o meio mais profundo da “manifestação” do amor conjugal. O ato sexual é a “celebração do amor conjugal”, como que a “liturgia do casal”.

O sexo nos planos de Deus

O livro do Gênesis assegura que, ao criar todas as coisas, "Deus viu que tudo era bom" (Gen 1,25). Portanto, tudo o que o Criador fez é belo. O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usá-la para tirar a vida de alguém, nem por isso a faca se torna má. Não. O mal é o uso errado que se fez dela. Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso. É por ele que a criança inocente vem ao mundo.
Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos, "crescei e multiplicai" (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal fez do sexo também o meio mais profundo da "manifestação" do amor conjugal.


Podemos dizer que o ato sexual é a celebração do amor, como que a "liturgia do amor conjugal". E é no ápice desta celebração do amor que o filho é concebido. Isto é, ele não é somente a carne e o sangue do casal, mas principalmente, o fruto do seu amor. É por isso que a vida sexual de um casal que não se ama de verdade nunca é harmoniosa.


O sexo é manifestação do amor. Sem este, ele fica vazio, desvirtuado e perigoso como aquela faca na mão do assassino. Faz muitas vítimas... O que é a prostituição, senão o sexo sem amor? É apenas um ato de prazer, comprado, com dinheiro ou outros meios. No plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento.
São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (I Cor 7,4). O apóstolo dos gentios não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
A união sexual só tem sentido no casamento, porque só ali existe um "comprometimento" de vida conjugal, vida a dois, no qual cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro. Cada um é "responsável pelo outro" até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem esse compromisso de vida o ato sexual não tem sentido e se torna perigoso.
As consequências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: mães e pais solteiros; filhos abandonados, criados pelos avós ou em orfanatos. Muitos desses se tornam os "trombadinhas" e "delinquentes" que, cada vez mais, enchem as nossas ruas, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores. Quantos abortos são cometidos porque se busca apenas e egoisticamente o prazer do sexo, e depois se elimina o fruto: a criança!
As doenças venéreas são outro flagelo do sexo fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS. O remédio contra a AIDS é a vivência sexual apenas no casamento; e não, como se propõe, irresponsavelmente, o uso de “camisinhas”, em vez de se eliminar o vício pela raiz.
É urgente que os cristãos, pais, professores e educadores tenhamos a coragem de ensinar novamente a castidade aos jovens.
Um jovem que se mantém casto até o casamento, além de tudo, prepara a sua vontade e exercita seu autodomínio para ser fiel ao seu cônjuge no casamento. É preciso mostrar urgentemente aos jovens os valores da castidade, tanto em pensamentos como em atos.


A televisão, os filmes pornográficos, as revistas eróticas abundantes e asquerosas injetam pólvora no sangue de nossos filhos, fazendo-os escravos do sexo. E por causa disso estamos vendo meninas de 13, 14 anos, grávidas, sem o menor preparo e maturidade para serem mães. Temos que acordar. Temos que ter a coragem de oferecer aos jovens a opção da pureza que Jesus nos legou: “Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus” (Mt 5,8). Neste assunto Cristo foi exigente e não deixou margens à dúvida: “Todo aquele que olhar para uma mulher com desejo de cobiça, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27).

O mal da pornografia

Por Pe. Thomas Loya


1º de fevereiro de 2010


          Mulheres, da próxima vez que forem à Igreja, olhem por um momento para todos os homens presentes ali, mesmo os melhores deles. Por favor, recite uma oração por eles, pois ao olhar ao seu redor, é seguro dizer que a maioria dos homens que você está vendo são viciados em pornografia, ou ao menos possuem algum contato com ela, ou têm algum problema com pornografia. Sim, mulheres, acreditem em mim, é sério assim mesmo. Eu me dirijo às mulheres porque elas sempre têm mais a perder quando as coisas não andam de acordo com a ordem da Teologia do Corpo. Os homens também têm muito a perder através desse vício da pornografia, mas o custo para as mulheres geralmente não é compreendido totalmente.
          A pornografia, de certo modo, é pior que o adultério. Pelo menos no caso do adultério a esposa tem pessoas tangíveis para lidar, duas pessoas que pode confrontar. Mas a pornografia subsiste no mundo secreto e inalcançável das fantasias de um homem. O vício em pornografia tira o que pertence merecidamente à esposa e enterra isso em um abismo egoísta feito de fantasias. A sexualidade humana, e em particular a união em uma só carne entre marido e mulher fala a linguagem, a teologia, de um total dom de si mesmo, um para o outro. Um homem e uma mulher se doam completamente, um para o outro, precisamente através de seus corpos, que possuem um sexo masculino ou feminino. Mas com o vício da pornografia o homem se dá a si mesmo, ou se entrega a uma fantasia. Isso deixa sua mulher emocionalmente distante e debilitada. Ela não consegue alcançar nele o que lhe pertence de direito. Ela fica sozinha, fora do campo onde o marido se auto-absorve.