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22 de novembro de 2011

VOCÊ, A CASTIDADE E O MUNDO PORNOGRÁFICO


Foto enviada pela internauta keliane
Como é difícil viver a castidade nos dias atuais, ainda mais quando as diferentes mídias, como a TV e a Internet, se tornam tão acessíveis. Mas não só essas mídias exploram o sexual, ou por que não dizer o pornográfico em nós. Perceba que as roupas que a moda dita, os cartazes de publicidade com suas ambiguidades e tantas outras coisas sempre nos remetem ao sensual, aos prazeres carnais, afinal é do ser humano o desejo de ver e ser visto pelo olhar amoroso do outro. Mas e aí, como viver a castidade e ser santo, quando tudo a nossa volta não coopera para isso e ainda nos mostra como se fosse uma coisa normal?
O próprio Santo Agostinho disse: “Daí-me a castidade, mas não ainda, pois temia que me atendesse muito depressa e que me curasse logo a doença, que eu mais queria saciar do que extinguir.” (Confissões Cap. VII)
“Não permita que o inimigo roube sua santidade, não perca tempo com o imediatismo”
Precisamos lembrar que o nosso principal “órgão sexual” é o cérebro, e é aí que o inimigo usa suas artimanhas para nos iludir com uma promessa de felicidade e de amor. Sabemos que “tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convêm” (I Cor. 6:2) e ainda que “fomos chamados à liberdade, porém não podemos usá-la como pretexto para prazeres carnais” (Gál. 5:13).
Deus ama o pecador, mas abomina o pecado. Ele “não nos chamou para a imundice, mas para a santificação” (I Tes. 4:7), portanto, não permita que o inimigo roube sua santidade, não perca tempo com o imediatismo, no que é passageiro, mas buscai o que é eterno.
Somos “Templo Sagrado de Deus” (I Cor. 3:16) e por mais que seja difícil não nos contaminar com o “belo”, peçamos a sabedoria, o discernimento e a vontade de dizer não a esse “amor de mentira” e sim ao amor incondicional de Deus.
Keliane MM
Twitter: @kelian_MM

19 de novembro de 2011

A ALEGRIA FAZ A DIFERENÇA


Viver alegria no sofrimentoO maior desejo de Deus para nós, ao contrário do que se pensa, é que sejamos felizes. Não está em seus planos nos ver caminhando ou servindo como pessoas sem graça e sem alegria. O que mais agrada o coração do Senhor é saber que nos alegra caminhar e viver Seus planos. Por isso devemos ter muito cuidado ao pensar nossa vocação e nossa relação com Ele. Quantas pessoas se frustram com nossos discursos sofridos de caminhada com Deus, com o nosso anúncio de tantas dificuldades na missão e o nosso pequeno testemunho de alegria e felicidade?
O sofrimento só tem sentido se, com ele, tivermos o propósito de alcançar a eterna alegria, de agradar ao Senhor, ser semelhante a Ele. Sofrer por sofrer e amar o sofrimento é masoquismo. Sofrer com alegria é, na verdade, reconhecer no sofrimento um caminho de crescimento e santificação.
Imagine como deve ser constrangedor para aquele que nos ataca ver que nossa fé e alegria não são afetadas por seus planos e insídias malignas? Quando conseguimos permanecer firmes, mesmo na “tempestade”, isso demonstra que nossa fé não é momentânea e sem alicerce, mas que estamos verdadeiramente debaixo da proteção de Deus e em comunhão com Ele em todas as ocasiões.
Quando nos depararmos com uma situação que não nos é agradável e que, ao mesmo tempo, é inevitável, que possamos pedir a graça de permanecer e ser firmes. Seremos felizes se assim conseguirmos viver. A escolha pelo caminho a seguir passa também por nossa decisão pessoal que Deus respeita e ajuda a tomar.
Lembro-me daqueles mineiros que estavam presos numa mina no Chile e da alegria que tinham diante daquela situação extrema e difícil. O que os levava a sorrir era a esperança de renascer do pesadelo e lutar pela vida. Eles foram heróis para muitas almas desesperadas. Com eles podemos aprender que nós também caminhamos em um mundo de trevas e dificuldades, mas a nossa alegria é que Deus está também vindo para nos resgatar. Por isso devemos nos alegrar, essa deve ser a nossa esperança de vida e sobrevivência em meio ao caos dos tempos atuais.
Amém?
Alan Ribeiro Fernandes
Ministério Bethânia

18 de novembro de 2011

JESUS NOS REVELA A VERDADE


Jesus, como a Verdade que é, nos mostra quem realmente somos ao fazer nossas máscaras caírem.
Quem um dia não passou por essa experiência de escutar uma verdade que mexe com o coração, ou seja, com sua história de vida?
Deus vem para nos mostrar a nossa própria verdade. Quando Ele vem ao nosso encontro, exercendo Sua missão de nos libertar das mentiras,  não a aceitamos de imediato, pois sentimos um certo incômodo em nossa consciência, até mesmo uma dor em nosso interior. É como se algo fosse arrancado de nós, nos libertando de nossas máscaras. Passamos, então,  a enxergar o que não queríamos ver: as mentiras que alimentamos e cresceram dentro de nós como “verdades”, e que por isso as defendemos.
Quando Aquele que é a verdade nos revela como nossa “verdade” realmente é, tendemos a rejeitá-la, porque defendemos aquilo em que acreditamos. Logo, se acreditamos em nossas falsas verdades, as defendemos.
Deus nos mostra o que há de verdadeiro em nós, quem somos realmente a partir da Sua verdade. O Senhor nos usa como canal da graça ao próximo a partir das experiências que tivemos com Ele.
A verdade dói demais. Como pode algo invisível afetar de maneira tão violenta o nosso interior? É porque mexe com aquilo que temos de pior e já está grudado em nós: nossos vícios e más inclinações. Deus destrói esse mal para dar lugar àquilo que temos de melhor, mas que não foi externalizado devido ao costume da falsa verdade.
O Senhor quer nos devolver a dignidade de ser humano, pois é o que somos e isso é uma das graças mais admiráveis de Deus. Esse processo de libertação significa nascer de novo, dar novo sentido à vida; é ressurreição. E ressuscitar é um processo que passa pela mortificação, purificação e transfiguração.
Deus só transforma nossa vida se revelarmos a Ele quem somos de verdade. Enquanto isso não acontecer, Ele vem se revelando a nós por meio da verdade conhecida.
“Acreditemos em nós mesmos por causa de Jesus.”
Não podemos concertar algum erro tendo os olhos voltados para o nossas próprias falhas. Precisamos olhar para nós com o olhar de Deus, pois Ele nos olha com justiça e misericórdia. Olhar para nós mesmos com nossos próprios olhos, nos faz ficar sujeitos a defendermos nossas falhas, julgar os acertos como pecados, culpar os outros e não assumirmos a nossa parte. Nos fazemos de vítimas. É daí para pior.
Aprendendo a olhar para nós mesmos como Deus nos olha, passamos a nos amar mais, mesmo com nossas fraquezas e limitações, mas também com as nossas potencialidades. Assim, passaremos a olhar para o próximo e passaremos a amá-lo como a nós mesmos, com limites, fraquezas e potencialidades.
“Acreditemos em nós mesmos por causa de Jesus.” *
Jesus é o caminho que nos leva à verdade para alcançarmos a vida em plenitude.
Fica conosco, Senhor Jesus. Amém.
*Frase extraída do espetáculo: O Canto das Irias – Com. Shalom

17 de novembro de 2011

QUAL O MELHOR CAMINHO?



Muito mais do que se sentir bem ao lado de Jesus, devemos nos sentir amados por Ele. Nossa missão como evangelizadores é muito mais do que servir, é se entregar verdadeiramente nos braços de Deus Criador.
Todos os dias acordamos e nem ao menos conseguimos imaginar o que Jesus tem preparado para cada uma de nós. A única opção que nos resta é orar pelo dia que se inicia e caminhar segundo o que é pregado a cada um de nós.
Batalhas são somente obstáculos impostos em nossa vida para nos desviar dos caminhos de Deus, mas a maturidade que nos envolve deverá ser gradativa com o passar do tempo.
Decidir verdadeiramente qual caminho seguir é opção particular. O certo e o errado são revelados a cada um de nós pelo próprio Jesus Cristo segundo Seu Evangelho. O que devemos ter total consciência é que o que plantamos no hoje será fruto no amanhã, sendo bons frutos ou não.
“Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis” (Mt, 7, 16-20).
Luiz Otávio
Ministério Bethânia

16 de novembro de 2011

PRISIONEIROS DE NÓS MESMOS


Conteúdo enviado pelo internauta Erick Meneses RGT
Como seres humanos temos vidas repletas de altos e baixos, e isso é absolutamente normal; no entanto, há pessoas com uma concepção diferenciada desse ponto de vista, pois têm uma “visão curta”, ou seja, somente enxergam os próprios problemas como se estes só ocorressem com elas, ficam tão obcecadas que acabam transformando sua vida em algo sem prazer. E quando uso a palavra “prazer”, refiro-me principalmente a tudo aquilo que nos acontece de bom, de alegre e que proporciona momentos únicos em nossas vidas.
É o próprio Deus que vem nos dizer em Eclo 30: 21 “não se deixe dominar pela tristeza nem se aflija com preocupações; alegria do coração é vida para o homem’’.
O Senhor nos criou à Sua imagem e semelhança para desfrutarmos do Seu amor infinito. No ato do nascimento, ele nos presenteou com o livre-arbítrio, que significa liberdade de fazer nossas próprias escolhas, tirar conclusões e agir como bem entendermos. É fato que a obra realizada por Deus em nós é perfeita, porque fomos criados à imagem e semelhança do Rei dos reis, mas, infelizmente, o mundo foi contaminado com o pecado, e este faz com que os homens tapem os olhos para as coisas do Pai e, automaticamente, deixem de cumprir Seus ensinamentos.
Quando voltamos nossas atenções somente para as coisas negativas, obviamente as coisas boas ficam em segundo plano em nossas vidas; é justamente isso que o “coisinha lá de baixo” deseja, ele quer que nossos dias fiquem tomados pelo ódio, rancor, pela inveja e que, aos poucos, nos esqueçamos do amor de Deus que carregamos em nosso coração.
Quando estamos mergulhados em melancolia, o pecado nos torna escravos dos nossos sentimentos e desejos, desejo pela carne, dinheiro, drogas, fofoca ou até mesmo desejo do que é mal aos outros, ficamos acorrentados a um círculo vicioso que nos faz nunca estar satisfeitos com o que temos, quando nos entregamos ao pecado ficamos a mercê dos problemas. Como estamos com os olhos tapados para as coisas do alto, não conseguimos enxergar as soluções que, por muitas vezes, vem do Pai.
“Digo com toda convicção: Deus jamais nos dará um fardo que não sejamos capazes de carregar”
Como padre Léo cita no seu livro ‘Jovens Sarados’, “ele (demônio) não nos enfrenta, mas fica nos rondando e vamos nos acostumando com o pecado. O encardido tem muita paciência, ele sempre está disposto a realizar nossos desejos mais profundos com uma agilidade inacreditável, porque, quando não mantemos a nossa mente no Pai, acabamos caindo em tentação”.
Digo com toda convicção: Deus jamais nos dará um fardo que não sejamos capazes de carregar. Se hoje parece que seu mundo está desabando, se você acha que Deus o esqueceu e você está perdendo a vontade de viver, eu lhe digo, amigo, é justamente esse o desejo do encardido. Ele quer você no chão, quer pisar em você e rir das suas fraquezas; ele se utiliza de seus desejos e pecados para enfraquecê-lo. Mas acredite, não é essa a vontade de Deus, porque Ele nos ama e quer que sejamos cada vez mais completos pelo Espírito Santo. Ele é a solução de todos os problemas. Não há realidade que Ele não possa mudar, não a dor que Ele não possa curar e não há amor maior que o dEle.
O Senhor sofre a cada vez que nos estende a mão e nós simplesmente lhe viramos as costas. No entanto, Ele estará sempre ao nosso lado, olhando por nós, nos dando, todos os dias, a oportunidade da libertação e nos mostrando o caminho da santidade, mas cabe a cada um de nós abrir o coração para o Espírito Santo a fim de que Ele possa nos usar e, assim, possamos sentir a presença deste Deus vivo em todos os nossos gestos. Ele está a bater à porta do nosso coração e só nós podemos abri-la para que Ele possa entrar e realizar prodígios em nossas vidas. Basta dizer ‘sim’, acreditar que Ele pode mudar a nossa vida e dar mais um passo na fé a cada dia, porque, acredite, Deus tudo fará em nossas vidas e quando nos dermos conta, não seremos mais prisioneiros de nós mesmos e sim servos desse amor incontestável, inabalável, indestrutível, insuperável e inesgotável do Pai.

15 de novembro de 2011

O maior milagre é nossa transformação



Com o auxílio das mãos dos apóstolos as pessoas eram curadas de todos os tipos de doenças: cegueira, lepra, etc.. Por isso, multidões abraçavam a fé e iam até Jesus. Como Cristo, os apóstolos também faziam milagres. O maior de todos, porém, o grande milagre, era a transformação das pessoas.

Aqueles homens que levavam uma vida totalmente pagã, longe de Deus, reconheciam o Deus vivo e verdadeiro, reconheciam Jesus e se voltavam para Ele. A Palavra era anunciada e o Espírito Santo era derramado.

Esse é o propósito de Deus para cada um de nós. Não basta ser católico, ser padre ou religioso, ir à igreja e participar da Santa Missa. Não basta ter um trabalho pastoral na paróquia. Aliás, para fazer tudo isso e, com eficácia, para que as pessoas sejam tocadas e transformadas, é preciso que cada um de nós seja cheio do Espírito Santo.

Ser batizado no Espírito Santo é isso: permitir que Ele, que já está em nós, realize os mesmos feitos que realizava nos primeiros cristãos, na Igreja primitiva. Permitir que Ele nos transforme e nos renove.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova