A necessidade de se sentir pertencente a um grupo é inerente ao homem. Desde que este começou a formar uma comunidade, existe o desejo de viver em sociedade com seu semelhante. Não nos reconhecemos sós e isolados.
Sendo esse sentimento parte do ser humano, quando este percebe-se isolado, à margem do grupo, é natural que surjam tentativas de integrá-lo.
Deus quer que a humanidade tenha uma conexão eterna com Deus para que nunca nos sintamos sozinhos – Deus quer estar conosco. Por esse motivo Ele enviou Seu Filho amado, Jesus Cristo, como um sacrifício para nos reunir a Ele (João 3:16; Romanos 5:8; 1 João 4:10). À medida que confiamos em sua misericórdia e amor incondicionais, Ele usa outras pessoas que já experimentaram de Seu amor para encher nossas vidas de novo.
No vídeo acima,há uma fala de Reggie Littlejohn, que é presidente da"Women's Rights Without Frontiers", entidade cuja missão principal é lutar contra a política do governo chinês de permitir apenas 1 filho por casal e de esterilizações e abortos forçados. Recentemente, a dra. Littlephon deu entrevista ao informativoZenit.
Aos 1:30 do vídeo, Reggie Littlejohn narra brevemente o caso de uma jovem chinesa que engravidou sem que possuísse o documento necessário para isto, o que caracteriza a ilegalidade de sua gravidez.
Arrastada à força para um posto médico, a jovem foi forçada a abortar seu bebê de 7 meses de gestação, que era tão desejado e esperado por ela, por seu namorado e por sua família.
O parto do bebê foi induzido por medicamentos eWang Liping, a jovem mãe, deu à luz seu bebê durante a madrugada, no meio de muitas dores e sem qualquer parente a seu lado, apenas o pessoal que ali estava para matar seu bebê.
Wang Liping e seu filho abortado
Após a indução do parto, o bebê ainda chorou por alguns minutos e parou. Wang gritou por ajuda a seu bebê e uma enfermeira veio e ordenou-lhe que se calasse. Mesmo assim a jovem pediu que ela desse uma olhada em seu bebê. A enfermeira checou rapidamente e lhe disse o que ela já esperava, que seu bebê estava morto.
Pela manhã, um médico veia até ela e informou que ela teria que pagar para que eles pudessem dar destino ao corpo do bebê. Wang então disse que ela não tinha dinheiro. Ao ouvir isto, o médico simplesmente colocou o corpo do bebê em um saco plástico e o deixou ao lado de Wang, na cama.
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Alguém pode dizer que um caso como este, assim como toda a política chinesa de 1 filho por casal e de abortos e esterilizações forçadas, são combatidos por todos, tanto pelos que são contra ou a favor do aborto.
Há diferenças e estas não são poucas…
Quando um abortista condena abortos forçados o faz porque isto, segundo eles, é um ataque direto à autonomia da mulher, que é quem teria a decisão final sobre se aborta ou não. Para eles, não é a dignidade do ser humano que vai já no ventre de sua mãe que impede um aborto, mas sim a simples vontade da mãe.
Já um pró-vida, ao condenar uma política governamental que impõe a uma jovem mãe ter que assistir a morte de seu filho frágil e inocente, assim o faz pelo mesmo motivo que condena qualquer outro tipo de aborto: o ataque direto ao fundamental direito à vida.
O posicionamento abortista nestes casos mostra bem o nó em que eles próprios se metem com sua defesa do aborto. Que moral têm para ir contra o que acontece na China? São eles os que querem des-humanizar o nascituro para que qualquer ataque direto à sua vida não seja encarado como aquilo que é realmente: assassinato.
E ao abrir esta Caixa de Pandora onde a dignidade da vida humana não é mais um valor fundamental, mas dependente da vontade de outros, contribuem muito para legitimar casos como o da China
“Vamos nos unir bem muito ao Coração Doloroso de nossa Mãe Celestial e refletir sobre a sua dor infinita e sobre quão preciosa é a nossa alma. “
(Padre Pio)
Pe. Pio insistiu na Modéstia
Padre Pio não toleraria vestidos curtos ou com decotes baixos, saias justas, e ele proibiu suas filhas espirituais de vestir meias-calças transparentes*. A cada ano a sua severidade aumentava. Ele teimosamente as mandava embora do seu confessionário, mesmo antes de pôr o pé dentro, se julgasse que elas estavam indevidamente vestidas. Em algumas manhãs, ele expulsou uma após a outra, até que ele acabou por ouvir muito poucas confissões. Seus irmãos observaram estes drásticos expurgos com certo mal-estar e decidiram pregar uma placa na porta da igreja:
"As mulheres de Deus jamais podem ser como mulheres do mundo. O mundo já tem muitas mulheres agressivas; precisamos de mulheres ternas. Já há muitas mulheres ríspidas; precisamos de mulheres refinadas. Existem muitas mulheres que têm fama e fortuna; precisamos de mais mulheres de Fé. Já existe ambição bastante; precisamos de mais bondade. Existe orgulho suficiente; precisamos de mais virtude. Já temos popularidade demais; precisamos de mais pureza".
(Margaret D. Nadauld CG Out. 2000)