18 de novembro de 2011


JESUS NOS REVELA A VERDADE


Jesus, como a Verdade que é, nos mostra quem realmente somos ao fazer nossas máscaras caírem.
Quem um dia não passou por essa experiência de escutar uma verdade que mexe com o coração, ou seja, com sua história de vida?
Deus vem para nos mostrar a nossa própria verdade. Quando Ele vem ao nosso encontro, exercendo Sua missão de nos libertar das mentiras,  não a aceitamos de imediato, pois sentimos um certo incômodo em nossa consciência, até mesmo uma dor em nosso interior. É como se algo fosse arrancado de nós, nos libertando de nossas máscaras. Passamos, então,  a enxergar o que não queríamos ver: as mentiras que alimentamos e cresceram dentro de nós como “verdades”, e que por isso as defendemos.
Quando Aquele que é a verdade nos revela como nossa “verdade” realmente é, tendemos a rejeitá-la, porque defendemos aquilo em que acreditamos. Logo, se acreditamos em nossas falsas verdades, as defendemos.
Deus nos mostra o que há de verdadeiro em nós, quem somos realmente a partir da Sua verdade. O Senhor nos usa como canal da graça ao próximo a partir das experiências que tivemos com Ele.
A verdade dói demais. Como pode algo invisível afetar de maneira tão violenta o nosso interior? É porque mexe com aquilo que temos de pior e já está grudado em nós: nossos vícios e más inclinações. Deus destrói esse mal para dar lugar àquilo que temos de melhor, mas que não foi externalizado devido ao costume da falsa verdade.
O Senhor quer nos devolver a dignidade de ser humano, pois é o que somos e isso é uma das graças mais admiráveis de Deus. Esse processo de libertação significa nascer de novo, dar novo sentido à vida; é ressurreição. E ressuscitar é um processo que passa pela mortificação, purificação e transfiguração.
Deus só transforma nossa vida se revelarmos a Ele quem somos de verdade. Enquanto isso não acontecer, Ele vem se revelando a nós por meio da verdade conhecida.
“Acreditemos em nós mesmos por causa de Jesus.”
Não podemos concertar algum erro tendo os olhos voltados para o nossas próprias falhas. Precisamos olhar para nós com o olhar de Deus, pois Ele nos olha com justiça e misericórdia. Olhar para nós mesmos com nossos próprios olhos, nos faz ficar sujeitos a defendermos nossas falhas, julgar os acertos como pecados, culpar os outros e não assumirmos a nossa parte. Nos fazemos de vítimas. É daí para pior.
Aprendendo a olhar para nós mesmos como Deus nos olha, passamos a nos amar mais, mesmo com nossas fraquezas e limitações, mas também com as nossas potencialidades. Assim, passaremos a olhar para o próximo e passaremos a amá-lo como a nós mesmos, com limites, fraquezas e potencialidades.
“Acreditemos em nós mesmos por causa de Jesus.” *
Jesus é o caminho que nos leva à verdade para alcançarmos a vida em plenitude.
Fica conosco, Senhor Jesus. Amém.
*Frase extraída do espetáculo: O Canto das Irias – Com. Shalom

17 de novembro de 2011


QUAL O MELHOR CAMINHO?



Muito mais do que se sentir bem ao lado de Jesus, devemos nos sentir amados por Ele. Nossa missão como evangelizadores é muito mais do que servir, é se entregar verdadeiramente nos braços de Deus Criador.
Todos os dias acordamos e nem ao menos conseguimos imaginar o que Jesus tem preparado para cada uma de nós. A única opção que nos resta é orar pelo dia que se inicia e caminhar segundo o que é pregado a cada um de nós.
Batalhas são somente obstáculos impostos em nossa vida para nos desviar dos caminhos de Deus, mas a maturidade que nos envolve deverá ser gradativa com o passar do tempo.
Decidir verdadeiramente qual caminho seguir é opção particular. O certo e o errado são revelados a cada um de nós pelo próprio Jesus Cristo segundo Seu Evangelho. O que devemos ter total consciência é que o que plantamos no hoje será fruto no amanhã, sendo bons frutos ou não.
“Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. Portanto, pelos seus frutos vós os conhecereis” (Mt, 7, 16-20).
Luiz Otávio
Ministério Bethânia

16 de novembro de 2011

“Buscai ao Senhor, enquanto se pode achar e invocai-o, enquanto esta perto”.


PRISIONEIROS DE NÓS MESMOS


Conteúdo enviado pelo internauta Erick Meneses RGT
Como seres humanos temos vidas repletas de altos e baixos, e isso é absolutamente normal; no entanto, há pessoas com uma concepção diferenciada desse ponto de vista, pois têm uma “visão curta”, ou seja, somente enxergam os próprios problemas como se estes só ocorressem com elas, ficam tão obcecadas que acabam transformando sua vida em algo sem prazer. E quando uso a palavra “prazer”, refiro-me principalmente a tudo aquilo que nos acontece de bom, de alegre e que proporciona momentos únicos em nossas vidas.
É o próprio Deus que vem nos dizer em Eclo 30: 21 “não se deixe dominar pela tristeza nem se aflija com preocupações; alegria do coração é vida para o homem’’.
O Senhor nos criou à Sua imagem e semelhança para desfrutarmos do Seu amor infinito. No ato do nascimento, ele nos presenteou com o livre-arbítrio, que significa liberdade de fazer nossas próprias escolhas, tirar conclusões e agir como bem entendermos. É fato que a obra realizada por Deus em nós é perfeita, porque fomos criados à imagem e semelhança do Rei dos reis, mas, infelizmente, o mundo foi contaminado com o pecado, e este faz com que os homens tapem os olhos para as coisas do Pai e, automaticamente, deixem de cumprir Seus ensinamentos.
Quando voltamos nossas atenções somente para as coisas negativas, obviamente as coisas boas ficam em segundo plano em nossas vidas; é justamente isso que o “coisinha lá de baixo” deseja, ele quer que nossos dias fiquem tomados pelo ódio, rancor, pela inveja e que, aos poucos, nos esqueçamos do amor de Deus que carregamos em nosso coração.
Quando estamos mergulhados em melancolia, o pecado nos torna escravos dos nossos sentimentos e desejos, desejo pela carne, dinheiro, drogas, fofoca ou até mesmo desejo do que é mal aos outros, ficamos acorrentados a um círculo vicioso que nos faz nunca estar satisfeitos com o que temos, quando nos entregamos ao pecado ficamos a mercê dos problemas. Como estamos com os olhos tapados para as coisas do alto, não conseguimos enxergar as soluções que, por muitas vezes, vem do Pai.
“Digo com toda convicção: Deus jamais nos dará um fardo que não sejamos capazes de carregar”
Como padre Léo cita no seu livro ‘Jovens Sarados’, “ele (demônio) não nos enfrenta, mas fica nos rondando e vamos nos acostumando com o pecado. O encardido tem muita paciência, ele sempre está disposto a realizar nossos desejos mais profundos com uma agilidade inacreditável, porque, quando não mantemos a nossa mente no Pai, acabamos caindo em tentação”.
Digo com toda convicção: Deus jamais nos dará um fardo que não sejamos capazes de carregar. Se hoje parece que seu mundo está desabando, se você acha que Deus o esqueceu e você está perdendo a vontade de viver, eu lhe digo, amigo, é justamente esse o desejo do encardido. Ele quer você no chão, quer pisar em você e rir das suas fraquezas; ele se utiliza de seus desejos e pecados para enfraquecê-lo. Mas acredite, não é essa a vontade de Deus, porque Ele nos ama e quer que sejamos cada vez mais completos pelo Espírito Santo. Ele é a solução de todos os problemas. Não há realidade que Ele não possa mudar, não a dor que Ele não possa curar e não há amor maior que o dEle.
O Senhor sofre a cada vez que nos estende a mão e nós simplesmente lhe viramos as costas. No entanto, Ele estará sempre ao nosso lado, olhando por nós, nos dando, todos os dias, a oportunidade da libertação e nos mostrando o caminho da santidade, mas cabe a cada um de nós abrir o coração para o Espírito Santo a fim de que Ele possa nos usar e, assim, possamos sentir a presença deste Deus vivo em todos os nossos gestos. Ele está a bater à porta do nosso coração e só nós podemos abri-la para que Ele possa entrar e realizar prodígios em nossas vidas. Basta dizer ‘sim’, acreditar que Ele pode mudar a nossa vida e dar mais um passo na fé a cada dia, porque, acredite, Deus tudo fará em nossas vidas e quando nos dermos conta, não seremos mais prisioneiros de nós mesmos e sim servos desse amor incontestável, inabalável, indestrutível, insuperável e inesgotável do Pai.

PERMANECER OU DESAPARECER?


Li o artigo “A beleza de viver o hoje” e fiquei pensando, refletindo como a vida é passageira e como nós, seres humanos, muitas vezes não vivemos, mas passamos pela vida. Na correria do dia a dia não percebemos nossa condição de seres limitados; nossos afazeres, por vezes, não nos possibilitam esta reflexão. Planejamos,trabalhamos, estudamos, dedicamo-nos diariamente a inúmeras coisas, mas deixamos de ter em mente algo que pode mudar nossas atitudes, comportamentos e decisões; esquecemos que o presente (que se chama hoje) é para ser vivido da melhor maneira possível, amando, compartilhando, ajudando, pois poderemos não ter o amanhã, ou pior, não termos no amanhã as pessoas que mais amamos.
Gostaria de compartilhar um momento vivido que me fez refletir sobre o que agora escrevo. Fui a uma Missa que celebrava o trigésimo dia de falecimento de uma pessoa amiga da minha família. Ao término da celebração, algumas pessoas fizeram homenagens a ela. Em uma dessas homenagens foi lida uma mensagem em que se comparava a vida a uma viagem de trem. Fique extremamente tocada com a mensagem, pois, de maneira simples e ao mesmo tempo profunda, refletia-se sobre a vida.
Realmente nossa vida é como uma viagem de trem com embarques e desembarques. Mas nós é que escolhemos em que vagão viajaremos e como faremos a viagem. Fiquei pensando em como é passageira esta viagem [a vida] e, por vezes, somos surpreendidos com o desembarque de alguém que tanto amamos. Mas o trem volta a trilhar o caminho, e, mesmo depois do desembarque, temos que seguir, pois a viagem continua e não sabemos em que estação vamos desembarcar.
“Nossa vida é como uma viagem de trem com embarques e desembarques”
A mensagem me tocou, pois no corre-corre da vida, de agendas lotadas, compromissos aos milhares, deixamos de perceber a importância do dia de hoje. Devemos arranjar um tempo para vivermos as coisas simples da vida que nos fazem felizes, para estarmos ao lado das pessoas que nos amam e que amamos. Precisamos viver a vida amando, perdoando, fazendo o bem, de bom humor, sem nos deixar abater por coisas que não merecem importância. Tirando das críticas e dificuldades força para seguir em frente. Tirando dos obstáculos e sofrimentos ensinamentos que nos fazem amadurecer e seguir mais fortes. E sem nos esquecer de que nessa viagem, Deus está ao nosso lado e nunca nos abandonará.
Roberta Almeida

15 de novembro de 2011

O maior milagre é nossa transformação



Com o auxílio das mãos dos apóstolos as pessoas eram curadas de todos os tipos de doenças: cegueira, lepra, etc.. Por isso, multidões abraçavam a fé e iam até Jesus. Como Cristo, os apóstolos também faziam milagres. O maior de todos, porém, o grande milagre, era a transformação das pessoas.

Aqueles homens que levavam uma vida totalmente pagã, longe de Deus, reconheciam o Deus vivo e verdadeiro, reconheciam Jesus e se voltavam para Ele. A Palavra era anunciada e o Espírito Santo era derramado.

Esse é o propósito de Deus para cada um de nós. Não basta ser católico, ser padre ou religioso, ir à igreja e participar da Santa Missa. Não basta ter um trabalho pastoral na paróquia. Aliás, para fazer tudo isso e, com eficácia, para que as pessoas sejam tocadas e transformadas, é preciso que cada um de nós seja cheio do Espírito Santo.

Ser batizado no Espírito Santo é isso: permitir que Ele, que já está em nós, realize os mesmos feitos que realizava nos primeiros cristãos, na Igreja primitiva. Permitir que Ele nos transforme e nos renove.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

14 de novembro de 2011

A Tecnologia da Distância!

 É cada vez mais comum esbarrar em pessoas que não conseguem ficar muito tempo sem estarem conectadas à internet, enviando mensagens pelo celular, consultando e-mails pelo PDA ou simplesmente navegando na rede pelo notebook com conexão sem fio. Há também aqueles que não largam o tocador de mp3, e os que vivem comprando as últimas novidades tecnológicas, muitas vezes antes até de saber se serão úteis no dia-a-dia.


ONDE ESTÁ A FELICIDADE?


Nunca, na história da humanidade, tivemos tanto conforto e recursos ao nosso alcance como hoje. As pessoas tem a chance de estudar, de ter um futuro melhor, temos muitas coisas que antigamente eram artigos de pessoas ricas e somos capazes de chegar onde quisermos sem sair de nossas casas. E a grande pergunta é: se temos tantos recursos e conforto ao nosso alcance, porque as pessoas estão tão infelizes?
Pare um instante para pensar e perceba quanta facilidade a tecnologia trouxe até nós. Podemos ser mais saudáveis e até viver mais, graças a tantos avanços. Porque não nos sentimos mais felizes do que nossos antepassados? O que há de errado?
Em primeiro lugar iremos perceber que nada disso é capaz de preencher a sede que há em nós de amar e ser amado, e que o grande câncer de nossos tempos é o desamor. Cada vez mais estamos sendo levados a acreditar que o importante é o meu bem estar, o meu conforto, a minha felicidade; mas, ao deixarmos os outros para trás e nos esquecermos de Deus, perdemos a essência da vida humana: a comunhão.
As pessoas começam a se gastar para conquistar o que é externo; elas gastam sangue, suor e lágrimas para conquistar coisas e projetos, mas se esquecem de alimentar o coração com coisas essenciais como amor, amizade, oração, afeto e esperança.
“A grande pergunta é: se temos tantos recursos e conforto ao nosso alcance, porque as pessoas estão tão infelizes?”
Nós precisamos do que é externo, precisamos comer, ter uma casa. São coisas necessárias, mas a grande realidade é que nada disso é fonte de felicidade e vida. Nosso coração necessita da experiência com Deus, da vida interior, da oração. Fomos criados para isso e se deixamos de lado esta essência, nada nos parecerá agradável de fato. Quanto mais insistirmos nisso, mais iremos nos decepcionar.
A vida interior é fonte de felicidade, a esperança alimenta o coração, o encontro com Deus sacia a nossa sede de ser feliz. Sei bem que parece propaganda, mas o quanto antes você buscar esta experiência verá que é realidade viva e salvadora.
Afinal, passamos tanto tempo buscando o que não temos que nos esquecemos de valorizar aquilo que temos e que já nos foi dado: a família, os amigos, o céu!
Alan Ribeiro
Ministério Bethânia